Quando é questionado se realmente os Estados Unidos ajudavam laboratórios (biolabs) biológicos toda a imprensa e os usuários do Quora se apressam em dizer que é FAKE como mostra-se abaixo no G1

Pelo exibido realmente parece ser, ainda mais vindo de um grande portal de notícias como é o G1, o problema é que quando vamos no site do próprio Departamento de Estado Norte Americano, o state.gov
encontramos um documento que mostra

Link: https://www.state.gov/wp-content/uploads/2019/02/05-829-Ukraine-Weapons.pdf
Traduzindo pelo Google o documento diz o seguinte:

“ACORDO entre o Departamento de Defesa dos Estados Unidos da América e o Ministério da Saúde da Ucrânia No que diz respeito à cooperação na área da prevenção da proliferação de Tecnologia, patógenos e experiência que poderiam ser usados no desenvolvimento de Armas Biológicas, O Departamento de Defesa dos Estados Unidos da América (“U.S. Depruiment of Defense”) e o Ministério da Saúde da Ucrânia, doravante referido em conjunto como Partes, l desejando implementar o Acordo entre os Estados Unidos da América j e Ucrânia em relação à assistência à Ucrânia na eliminação de estratégias 1 :. Armas Nucleares e Prevenção da Proliferação de Armas de Destruição em Massa, assinado em 25 de outubro de 1993, conforme prorrogado e alterado (doravante denominado Guarda-chuva l Acordo), no que se refere à prevenção da proliferação de tecnologia, se expertise que poderia ser usada no desenvolvimento de tecnologias biológicas reconhecendo a cooperação existente entre a Ciência e a Tecnologia Centro Ucraniano e Instituto de Pesquisa Científica de Epidemiologia de Lviv “

Algumas pessoas podem alegar que o acordo é apenas para PREVENÇÃO/DEFESA, bom, sem entrar no mérito da questão se é para a defesa ou não, o documento mostra existiu uma colaboração norte americana com responsáveis por laboratórios biológicos na Ucrânia. Agora falando sobre a alegada desculpa dos biolabs serem usados para a prevenção, como um biolaboratório iria desenvolver tecnologia contra possíveis patógenos usados como armas sem ter esses patógenos guardados para testes ???

Quando a subsecretária de estado Victoria Nuland prestou contas ao senado sobre o assunto, foi alegado na época que a mesma havia apenas falado de “inofensivos” laboratórios ucranianos de “diagnóstico e biodefesa” e não instalações de armas biológicas, o que é risível, afinal de contas, qualquer laboratório de “biodefesa” poderia usar patógenos mortais armazenados nele, criados para pesquisas de como anular seu efeito, para a sua propagação, o que iria impedir? Uma plaquinha com aviso “biodefesa”?

Que eu saiba vírus não sabem ler… Além do mais, por que a subsecretária
Victoria Nuland ficou monosilábica e pensativa ao ser indagada no senado sobre a questão?
Por que ela temia a Rússia se apoderar os materiais nos laboratórios se eles eram apenas de defesa???
E por qual razão eu iria querer desenvolver a ‘defesa biológica’ de um país específico sendo que o seu próprio país vive sendo alvo de ataque por Antrax?

Além do mais, no documento exposto acima temos a seguinte linha no artigo I:

“Institute (Odessa), the Central Sanitary Epidemiological Station (Kyiv), and other facilities in Ukraine identified by the Ministry of Health of Ukraine, and that could be used in the development of biological weapons, the U.S. Department of Defense shall provide assistance to the Ministry of Health of Ukraine at no cos “

Que traduzindo ficaria assim:

“Instituto (Odessa), a Estação Epidemiológica Sanitária Central (Kiev) e outras instalações na Ucrânia identificadas pelo Ministério da Saúde da Ucrânia e que poderiam ser utilizadas no desenvolvimento de armas biológicas, o Departamento de Defesa dos EUA prestará assistência ao Ministério da Saúde da Ucrânia sem custos”

E pra nos deixar com a pulga mais ainda atrás da orelha, o documento acima prevê o uso de informações sensíveis e confidenciais , protegidas pelas leis dos países que as recebem. Quais informações confidenciais sensíveis seriam essas sobre os biolabs de “prevenção” contra armas biológicas?

“In order to facilitate the provision of assistance in accordance with the terms of this Agreement, and without prejudice to the U.S. Department of Defense’s right to conduct audits and examinations in accordance with Article V ofthis Agreement:

  1. The information transmitted under this Agreement or developed as a result of its implementation and considered by the U.S. Department of Defense as “sensitive” or by the Ministry of Health of Ucrania as “restricted information” ([EM UCRANIANO]) must be clearly designated and marked as such.
  2. “Sensitive” information or “restricted information” shall be protected ,
    accordance with the laws of the state of the pruty receiving the information.

Tradução:

“A fim de facilitar a prestação de assistência de acordo com os termos deste Acordo, e sem prejuízo do direito do Departamento de Defesa dos EUA de realizar auditorias e exames de acordo com o Artigo V deste Acordo:

1. As informações transmitidas sob este Acordo ou desenvolvidas como resultado de sua implementação e consideradas pelo Departamento de Defesa dos EUA como “sensíveis” ou pelo Ministério da Saúde da Ucrânia como “informações restritas” ([EM UCRANIANO]) devem ser claramente designado e marcado como tal.

2. As informações “sensíveis” ou “informações restritas” serão protegidas, de acordo com as leis do estado do país que recebe as informações. “

Além do mais, se o programa é apenas para prevenção e sem nenhum intuito armamentista, por que o Departamento de Estado Norte Americano e não uma empresa do setor privado como a Metabiota, Pfizer e Johnson não fizeram isso?
O que impossibilita a pesquisa sobre armas biológicas não ser usada para criar essas mesmas armas?

Bom G1, infundada a possibilidade dos Estados Unidos cooperarem com armas biológicas dentro do território ucraniano não me parece ser.

Fontes:
https://2001-2009.state.gov/documents/organization/95251.pdf
https://www.state.gov/wp-content/uploads/2019/02/05-829-Ukraine-Weapons.pdf
https://www.state.gov/wp-content/uploads/2020/02/01-727-Ukraine-Defense-R-and-D-w-Appendix.pdf


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